Sissa, minha querida e nova amiga!
E provavelmente (com 99,9% de certeza) única leitora destas planetices... Chegou a hora de te dedicar um post!
Amiga... Se eu voltar a dizer, num destes dias de inércia total, que vou aos saldos... IMPEDE-ME! Dê por onde der, faças o que fizeres, mas pelo bem da minha conta (que já era mirrada), põe-me juízo nesta cabeça!
Mas vá, pelo menos ontem não comprei nenhum casaco! :D
*Mas olha que já sonhei com aquele casaco prateado...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Já lá vão duas...
Ontem cheguei ao carro... "Mas eu deixei o carro aberto outra vez? :s" – abro a porta e quando olho lá para dentro tinha tudo (entenda-se o pouco que existe dentro do carro) espalhado pelo chão e bancos!
Pela segunda vez (e na mesma zona), assaltaram-me o carro! Da primeira, estragaram-me a fechadura e levaram-me as brancas (deviam ser racistas e ricos, porque as pretas e as 10cent. ficaram lá)... Balanço final: uma fechadura que não funciona e menos uns €2...
Ontem, estragaram-me mais um pouco a fechadura, levaram os trocos todos (desta vez acho que eram só os pretos da vez antiga, ou seja, nem €1 devem ter levado), descolaram-me o espelho do "tapa-sol", desarrumaram-me tudo e ainda me levaram a minha querida e magnífica lanterna!!!
Sinceramente, eu fiquei mesmo lixada foi com a lanterna! É que eu curtia mesmo daquela desgraçada, e da outra vez, eu e o meu Rei (apesar deste ter sido forçado) fizemos uma pequena festa em sua homenagem e por esta não ter sido levada! E agora, foi levada para longe de mim! Eh pá, chateou-me, prontos! Meti-me no carro e dirigi-me à esquadra, não por achar que iria adiantar alguma coisa, até porque, a bem dizer, eles não “causaram danos nem furtaram nada de valor” (ah! É verdade, eu não deixo lá nada... Vá amigos, gozem lá comigo porque não deixo documentos nem rádio nem nada no carro! hihihi)... Mas pelo menos sempre fica registado e aumento os números, para depois os nossos queridos políticos não virem dizer que não há criminalidade porque os números até baixaram (pudera! As pessoas deixaram de se dar a esse trabalho)...
Devo dizer que fui muito bem tratada na esquadra, e foram todos muito atenciosos e, a bem dizer, ainda acabou por ser divertido, já que eram só piadas de um lado para o outro... O que não quer dizer que eles tenham sido lá muito profissionais! Lolol
Claro que, depois disto tudo, e apesar do meu luto pela lanterna ser grande, achei que não me devia melindrar nem entregar ao desespero! Pelo que fui afogar as mágoas nos saldos! E que bem que me souberam!
*Lanterna, não te preocupes! Onde quer que estejas, ficas a saber que não vou comprar nenhuma substituta! Serás única! Pelo menos até o meu pai comprar outra para o teu lugar... Eu tenho mais casacos para comprar…
Pela segunda vez (e na mesma zona), assaltaram-me o carro! Da primeira, estragaram-me a fechadura e levaram-me as brancas (deviam ser racistas e ricos, porque as pretas e as 10cent. ficaram lá)... Balanço final: uma fechadura que não funciona e menos uns €2...
Ontem, estragaram-me mais um pouco a fechadura, levaram os trocos todos (desta vez acho que eram só os pretos da vez antiga, ou seja, nem €1 devem ter levado), descolaram-me o espelho do "tapa-sol", desarrumaram-me tudo e ainda me levaram a minha querida e magnífica lanterna!!!
Sinceramente, eu fiquei mesmo lixada foi com a lanterna! É que eu curtia mesmo daquela desgraçada, e da outra vez, eu e o meu Rei (apesar deste ter sido forçado) fizemos uma pequena festa em sua homenagem e por esta não ter sido levada! E agora, foi levada para longe de mim! Eh pá, chateou-me, prontos! Meti-me no carro e dirigi-me à esquadra, não por achar que iria adiantar alguma coisa, até porque, a bem dizer, eles não “causaram danos nem furtaram nada de valor” (ah! É verdade, eu não deixo lá nada... Vá amigos, gozem lá comigo porque não deixo documentos nem rádio nem nada no carro! hihihi)... Mas pelo menos sempre fica registado e aumento os números, para depois os nossos queridos políticos não virem dizer que não há criminalidade porque os números até baixaram (pudera! As pessoas deixaram de se dar a esse trabalho)...
Devo dizer que fui muito bem tratada na esquadra, e foram todos muito atenciosos e, a bem dizer, ainda acabou por ser divertido, já que eram só piadas de um lado para o outro... O que não quer dizer que eles tenham sido lá muito profissionais! Lolol
Claro que, depois disto tudo, e apesar do meu luto pela lanterna ser grande, achei que não me devia melindrar nem entregar ao desespero! Pelo que fui afogar as mágoas nos saldos! E que bem que me souberam!
*Lanterna, não te preocupes! Onde quer que estejas, ficas a saber que não vou comprar nenhuma substituta! Serás única! Pelo menos até o meu pai comprar outra para o teu lugar... Eu tenho mais casacos para comprar…
terça-feira, 15 de julho de 2008
Há fases assim... E há dias piores que assim...
Agora não anda a ser uma boa fase e hoje não está a ser um bom dia…
Há fases assim, em que absolutamente nada faz sentido!
Perderam-se as referências, os modelas e as crenças!
Perderam-se as poucas confianças que ainda existiam e ganham-se novas lutas… Lutas para esquecer o passado antigo, lutas para esquecer o passado recente, lutas para parar de lutar… Afinal de contas, qualquer guerreiro se cansa, até mesmo aquele que gosta de lutar!
Eu sempre lutei para ter o que queria e sempre assumi que gostava de uma boa luta, fosse no que, por quem ou pelo que fosse, mas confesso que há dias em que também eu baixo os braços…
Principalmente agora, que o mundo me parece todo tão vazio de tudo… No fundo, talvez seja porque “o Ser Humano é um ser de Crenças”… E eu não as tenho: perdia-as, tiraram-mas, larguei-as ou simplesmente rejeitei-as…
Mas “esta fase passa… Passou sempre…”
*Tal como as pessoas da minha vida.
Há fases assim, em que absolutamente nada faz sentido!
Perderam-se as referências, os modelas e as crenças!
Perderam-se as poucas confianças que ainda existiam e ganham-se novas lutas… Lutas para esquecer o passado antigo, lutas para esquecer o passado recente, lutas para parar de lutar… Afinal de contas, qualquer guerreiro se cansa, até mesmo aquele que gosta de lutar!
Eu sempre lutei para ter o que queria e sempre assumi que gostava de uma boa luta, fosse no que, por quem ou pelo que fosse, mas confesso que há dias em que também eu baixo os braços…
Principalmente agora, que o mundo me parece todo tão vazio de tudo… No fundo, talvez seja porque “o Ser Humano é um ser de Crenças”… E eu não as tenho: perdia-as, tiraram-mas, larguei-as ou simplesmente rejeitei-as…
Mas “esta fase passa… Passou sempre…”
*Tal como as pessoas da minha vida.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Explicação
Há pouco coloquei um post que ficou simplesmente enoooooooorme, tipo o rabão da Trambolhinho, mas sem ser redondinho, pelo que decidi dividir os textos por histórias, ou seja, os próximos posts começam pelo n.º 1... Eheheh
História 3 - Agora chegou a vez da Carris...
Não sei bem como, mas a minha terceira viagem do dia não me reservou nenhuma história... No entanto, hoje à hora de almoço tive outra, graças ao facto de costumar andar sempre a rir! Eu juro que estava a olhar para uma senhora já de idade com um rabo enoooorme e super redondinha, que se encontrava em várias lutas ao mesmo tempo - o que, com aquela idade, não deve ser fácil para aquele Trambolhinho - ela tentava segurar-se no banco e no "corrimão", segurar a mala, um saco e a bengala, tudo ao mesmo tempo enquanto se tentava sentar (nota da editora: conseguir encaixar aquele rabão num dos bancos apertados - palmas para o designer que colocou o "apoia braços" - da Carris)... Hoje eu vi algo inédito! Uma bola humana a fazer surf numa camioneta, com direito a caretas hilariantes, isto enquanto não me virou a peida... Com tanta coisa boa, eu só me podia estar a rir! Mas eis senão quando, mais ou menos na mesma direcção, vejo um verdadeiro Don Juan de 60/70 anos a olhar para mim e a sorrir dirigindo-se depois na minha direcção e colocando-se exactamente à minha frente! Eu não fui de modas e fiz-lhe o meu olhar n.º 61 "Vai encarar?"... Eu só sei que fiquei com uma curiosidade enorme em ler o Metro de hoje! É que ele olhava para as páginas onde estão as programações da televisão e ficava cada vez mais vermelho e esbugalhava os olhos e fazia outras caretas e ria-se... Isto depois de olhar para mim (não digo para onde! :$)... Moral da história? O avô perdeu a camioneta! É que quando sai, ele veio atrás de mim, provavelmente por impulso! O que eu percebi e então quando a camioneta começou a andar, olhei para trás... E lá estava o senhor a correr atrás dela e a terminar a actuação com os braços no ar e a mandar um "pontapé" na paragem... Será que ele não vai chegar a tempo de ver o Preço Certo? Que pena...
História 2 - Agora chegou a vez da Carris...
Há hora de almoço, vi-a ao longe e desatei a correr avenida acima (daquelas mesmo à Lisboa - grandes e cheia de pedras da calçada desniveladas)! O motorista foi um simpático, um verdadeiro amor, e ainda teve alguns segundos à minha espera na paragem (foi um amor porque eu não lhe tinha pedido para parar! Ele deve ter-me visto a correr e pensou que existiria uma grande probabilidade de eu correr para a paragem seguinte)... Entrei esbaforida e apenas consegui dizer, no meio de muitas inspirações/expirações ofegantes e quase sumidas e já meio zonza, "mui-to-o-bri-ga-daaaaaaaa"... Algumas paragens depois tive a bela ideia de perguntar a um velhote surdo qual era o número da camioneta! Foi lindo! Assisti ainda a um belo carocho a declarar-se à "Maria", "aquele ser de anjo lindo" por quem se tinha apaixonado assim que se tinha sentado frente a ela... Ah! E à amiga da Maria, convidou-a para ela ser a criada deles à borla, que a Maria não merecia trabalhar mas ele também não lhe podia pagar! Mas não era motivo de preocupação, porque ELE deixava-a morar na casa... da Maria.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
História 1 - Agora chegou a vez da Carris...
Acho que tenho tendência para desenvolver relações com os tipos de transporte que utilizo... São mais de 1001 histórias e aventuras que guardo dos tempos que andava de comboio (naquela linha então, as personagens são hilariantes)! Mas agora que passei para o Metro e Carris, as histórias começam a surgir (bom... o Metro ainda não me guardou nada... Pode ser que seja a excepção transportadeira da minha vida)! Ontem (mas só ontem e exclusivamente ontem) estava cheia de sono de manhã, diria que estava quase a poder dizer literalmente que dormia acordada... Estou eu na paragem, de costas para a estrada (porquê? não sei!), oiço um autocarro atrás de mim, vejo um homem a entrar, olho para o número e... Oh Jizas! Não sei o que me deu, mas só pensei "Mas o que estou aqui a fazer?" e entrei já as portas estavam a fechar! Depois de entrar só me lembro de pensar "que número é este autocarro? E porque é que eu estou aqui?" E fui 2 paragens em luta constante enquanto me perguntava, primeiro qual era o número e depois, se podia ter apanhado aquela ou não... Claro que cheguei à conclusão que tinha que sair... Embora tivesse tido vontade de voltar a entrar uma vez que assim que me sentei na paragem fez-se luz e lembrei-me que eu podia ir ali dentro!!! Mas não! A minha (muita) vergonha impediu-me de voltar a entrar e lá fiquei eu minutos intermináveis à espera da próxima... :S
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